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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sim, sou nerd! :)

Nerd? Acho que sim! Ahaha!

Nerds transformam opiniões e viram os novos 'queridinhos' da sociedade

Nesta quarta-feira (25) é comemorado o Dia do Orgulho Nerd.
Para especialistas, os nerds não mudaram, são apenas mais aceitos.


Laura Brentano e Gustavo PetróDo G1, em São Paulo

Os nerds não mudaram. O que mudou foi a sociedade. Depois que os esquisitos do colégio se tornaram os homens mais ricos do mundo, ser nerd virou uma escolha, e não uma imposição. “Quando eu estava no colégio, o grupo de nerds era formado por pessoas que haviam sido excluídas de outros grupos. Hoje, as crianças optam por ser nerds”, conta Benjamin Nugent, autor do livro “American Nerd: The Story of my People” ("Nerd Americano: A História do Meu Povo", ainda sem publicação em português), em entrevista ao G1.

O Dia do Orgulho Nerd foi criado em 2006 para celebrar essa transformação. A data escolhida foi 25 de maio em referência à estreia do primeiro filme da série Guerra nas Estrelas, em 1977, um dos ícones do movimento. “Nerd é uma identidade subcultural que os jovens escolhem em uma prateleira onde também estão os hippies, punks e skatistas”, completa Nugent.
“O nerd não mudou. Ele continua sendo aquele cara completamente ligado e entendido sobre certos assuntos, como tecnologia e quadrinhos. O que mudou foi a cultural atual, que valoriza isso. Os nerds querem ser nerds e as pessoas querem ter nerds por perto”, explica a especialista em comunicação e cultura Lia Amancio.

É notável o quanto os nerds permanecem os mesmos"
Benjamin Nugent, autor do livro 'Nerd Americano: A História do Meu Povo

Para Nugent, a maior aceitação dos nerds pela sociedade os tornou mais sociáveis. Hoje, eles se sentem mais confortáveis ao serem chamados de nerds, especialmente as meninas. “No momento em que há mais meninas no grupo, isso muda tudo para melhor. Quando eu tinha 14 anos, havia apenas uma menina que saía com a gente. Uma”, conta Nugent.
“É notável o quanto os nerds permanecem os mesmos. O livro ‘Tom Brown's School Days’, escrito em 1857, mostra nerds construindo máquinas em seus quartos e sendo oprimidos por fazerem isso” explica Nugent, citando a obra publicada há mais de 150 anos. “Naquela época, eles não eram chamados de nerds, mas já existiam.”
O termo “nerd” foi citado pela primeira vez no livro “If I Ran the Zoo” (“Se eu Cuidasse do Zoológico”), em 1950, para descrever um bichinho desengonçado, e se tornou popular nos Estados Unidos no início da década de 60.

Efeito Gates
Os especialistas responsabilizam um dos homens mais rico do mundo pelo prestígio conferido aos nerds hoje. “Parte do que trouxe os nerds para o mainstream cultural foi o fato de o Bill Gates fazer parte do grupo”, diz Nugent. “Os nerds de ontem deram a volta por cima em termos de reputação: você batia em mim na escola e olha onde eu estou agora”, complementa Lia. Filmes e séries de Hollywood ajudaram a transformar a opinião sobre os nerds. “Os retratos dos nerds se tornaram mais simpáticos nos filmes”, diz Nugent.

O nerd de apenas 15 anos Daniel Barradas tem como ídolo, além de Bill Gates, o personagem Leonard, da série “The Big Bag Theory”. O programa, exibido no Brasil pelo Warner Channel, conta a história de quatro físicos superinteligentes viciados em quadrinhos e videogames.
Barradas, que ganhou o primeiro computador aos 5 anos, vai prestar o vestibular do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), quer ser físico na área espacial e tem como matérias prediletas matemática e física. Para completar, ele conquistou a medalha de menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Física em 2010, escreveu um livro publicado quando ele tinha 11 anos e está produzindo o próximo.
“Acho que ainda existe muito preconceito. Quando eu tiro uma nota boa ou ganho um prêmio, os outros alunos me olham de um jeito estranho. Mas isso tem mudado”. Barradas conta que o número de alunos aderindo ao grupo dos nerds da turma está aumentando. Em 2010, eles eram três. Hoje, o grupo é formado por sete estudantes em um total de 50.
“Ainda que seja um grupo pequeno, as pessoas estão tentando entender essa cultura. Eu não tenho do que me envergonhar. Pelo contrário. Ser nerd é bom porque eles são mais inteligentes e têm mais chances de conseguir emprego”, defende o estudante do 1º ano do Ensino Médio que começou a se interessar pela cultura nerd quando ganhou um lego do Guerra nas Estrelas.

Abrangente
Para ser considerado nerd, Barradas acredita que a pessoa deve gostar dos assuntos que faziam parte da origem do termo, como os quadrinhos e tecnologia. Já Lia acha que o termo se tornou mais abrangente. “É difícil identificar um nerd pelo jeito dele se vestir. Quem não faz parte do grupo chama tudo de nerd. As fronteiras ficaram mais tênues”, explica.

Usar a internet com frequência não faz de ninguém um nerd"
Lia Amancio, especialista em comunicação e cultura

Para tirar a prova sobre o que realmente mudou, basta comparar o ícone dos nerds de 1980 e de 2011: Bill Gates e Mark Zuckerberg, respectivamente. “A maior diferença entre Gates e Zuckerberg é que o fundador do Facebook era excepcionalmente jovem quando começou a ter influência. Ele é exposto para o público por meio das tecnologias que os nerds ajudaram a construir. Podemos invadir a privacidade de Zuckerberg pelas redes sociais”, diz Nugent.
No entanto, o fato de a tecnologia ter se popularizado não transformou o nerd, segundo Lia. “Usar a internet com frequência não faz de ninguém um nerd. O cara vai continuar sendo nerd independente da tecnologia. O que pode ter acontecido é que todo mundo hoje tem computador e Twitter. Por isso, o nerd está sendo mais aceito”, opina. “A forma como um computador se comunica é completamente racional e explícita. Nada é insinuado. Então, as pessoas que trabalham com PCs muitas vezes se sentem bem desse jeito, se sentem confortáveis com a comunicação racional e complexa”, completa Nugent.
Sobre o futuro, Nugent liga o movimento nerd ao do hip hop para prever que mais adeptos irão se juntar ao grupo. “Tem muitas coisas sobre os artistas do hip hop como Tyler, The Creator, e outros integrantes do grupo Odd Future que me deixam intrigado. Eu acho que eles mostraram que é possível ganhar um grande número de seguidores usando tecnologias sociais de maneira inteligente e falando sobre alienação social”, conclui.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Música para suportar fazer o Imposto de Renda (ouça 27,5 vezes).

Don't Worry Be Happy

 

http://www.youtube.com/watch?v=d-diB65scQU


Bobby McFerrin

Composição : Bobby McFerrin

Here's a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don't worry, be happy
In every life we have some trouble
But when you worry you make it double
Don't worry, be happy
Don't worry, be happy now
Oo, ooo...
Don't worry, be happy(4x)
Oo, ooo...
Ain't got no place to lay your head
Somebody came and took your bed
Don't worry, be happy
The land-lord say your rent is late
He may have to litigate
Don't worry, be happy
Look at me, I'm happy
Don't worry........ be happy
let me give you my phone number
when you worry, call me I will make you happy
Don't worry...... be happy
Ain't got no cash, ain't got no style
Ain't got no girl to make you smile
Don't worry, be happy
'Cause when you worry your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy
Don't worry, be happy now
Oo, ooo...
Don't worry, be happy (4X)
Oo, ooo...
Don't worry, don't worry, don't do it, be happy
Let the smile on your face
Don't bring everybody down like this
Don't worry, people will soon pass
what ever it is
Don't worry, be happy
I am not worried, "I am happy" :)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Brasília - 51 anos

Oi Pessoal,

Como já dizia o poeta: “Tem mais presença em mim o que me falta” (Manoel de Barros).

Hoje, Brasília faz 51 anos, desses, 27 eu estava aí. Apesar de ter nascido em Ribeirão Preto, sempre digo para todos que me considero Brasiliense.
Não tão igual ao poeta, mas como diz o ditado popular, às vezes, a gente só dá valor quando perde, mas não é também o caso. Nem oito nem oitenta.
A vida acaba sendo bonita ou feia de acordo com como olhamos para o copo pela metade. Uns dirão que está meio cheio, outros dirão que está meio vazio.

Felizmente, só tenho boas lembranças de Brasília, e claro, sinto saudades!
Valorizem o sol, o calor, o ventinho, não sei porquê, mas sempre lembro daquele ventinho de abril e maio, ainda quente, mas chegando o inverno (nosso inverno, ahaha).

Brasília foi onde cresci, onde estudei, onde casei, onde meus filhos nasceram. Não há como esquecer Brasília!
Onde estão nossas famílias! Muitos dos nossos amigos. J

Eu poderia dizer muito mais coisa, mas vocês já sabem, devem ter visto no DF TV ou no especial de aniversário do Correio Braziliense (sempre tem), mas foi só para lembrar que eu lembrei e que sentimos saudades de vocês!

Grande abraço,

Danilo.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Frase

Tudo pode acontecer, inclusive nada!

 

Pensamento

De onde vêm os pensamentos???

 

Nem sempre o que pensamos está associado ao que vivemos e vice-versa.

 

O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar...” (parece que essa frase é do Lupicínio...)

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=jLcEFp81RWM (só uma música que fala do pensamento, não é o que estou sentindo)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Será que a gente consegue alugar uma quadra pra jogar nesse lugar?

Frase

Penso, logo não durmo! :(

Cientistas encontram modo de mapear 'complexidade' do cérebro

Cientistas encontram modo de mapear 'complexidade' do cérebro

Mapa mostraria conexões e funções das células nervosas.
O estudo é parte de uma área emergente da neurociência.

Da Reuters

Cientistas britânicos dizem ter se aproximado do desenvolvimento de um modelo computacional do cérebro, depois de descobrirem um modo de mapear simultaneamente, pela primeira vez, as conexões e funções das células nervosas.

Em estudo publicado pela revista Nature, pesquisadores da University College London (UCL), no Reino Unido, descrevem uma técnica, desenvolvida com ratos de laboratório, que lhes permite combinar informações sobre as funções dos neurônios a detalhes de suas conexões.

O estudo é parte de uma área emergente da neurociência conhecida como 'conectômica'. De forma parecida com a genômica, que mapeia nossa composição genética, a conectômica tem por objetivo mapear as conexões do cérebro, conhecidas como sinapses.

Ao decifrar e desenvolver a capacidade de mapear essas conexões, e ao desvendar como a informação flui pelos circuitos do cérebro, os cientistas esperam compreender de que maneira os pensamentos e percepções são gerados no cérebro e como essas funções podem apresentar problemas no caso de doenças como esquizofrenia, derrames e Mal de Alzheimer.

'Estamos começando a desvendar a complexidade do cérebro', afirmou Tom Mrsic-Flogel, o diretor do estudo. 'Assim que compreendermos a função e a conectividade das células nervosas que se espalham pelas diferentes camadas do cérebro, poderemos começar a desenvolver uma simulação computadorizada de como esse notável órgão funciona', disse.

Mas o cientista afirmou que isso vai exigir anos de trabalho e imenso poder de processamento computacional.

Em relatório sobre sua pesquisa, ele explicou porque mapear as conexões cerebrais representa feito considerável. Existe um total estimado de 100 bilhões de neurônios no cérebro, cada qual conectado a milhares de outras células nervosas, segundo ele, o que produz uma soma de 150 trilhões de sinapses.

'De que maneira compreender como funciona o circuito neural do cérebro? Primeiro precisamos compreender a função de cada neurônio e descobrir com que outras células cerebrais ele se conecta', afirmou.

No estudo, a equipe de Mrsic-Flogel se concentrou na visão e observou o córtex visual do cérebro dos ratos de laboratório, que abriga milhares de neurônios e milhões de conexões.

Com imagens de alta resolução, eles conseguiram detectar que neurônios respondem a que estímulos.

Com uma fatia do mesmo tecido cerebral, os cientistas então aplicaram pequenas correntes elétricas aos subconjuntos de neurônios para ver que outros neurônios respondiam e quais deles estavam conectados.

Ao repetir esta técnica várias vezes, a equipe foi capaz de traçar a função e conectividade de centenas de células nervosas no córtex visual.

Usando este método, a equipe espera começar a gerar um diagrama da 'fiação' de regiões cérebro com funções específicas, como a visão. A técnica também deve ajudar os pesquisadores a mapear as conexões das regiões do cérebro responsáveis por tato, audição e movimento.

John Williams, diretor de neurociência e saúde mental do fundo Wellcome Trust, que ajudou a financiar a pesquisa, afirma que o entendimento do funcionamento interno do cérebro é um dos 'objetivos máximos' da ciência.

'Este importante estudo apresenta aos neurocientistas uma ferramenta importante que os ajudará a começar a navegar e acompanhar a atividade do cérebro', afirmou.

 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

draftdanilo



draft = esboço, rascunho de uma comunicação visual ou escrita


draft = a first or preliminary form of any writing, subject to revision